quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Em um leito de asilo

O mundo gira há tantos e tantos anos. O sol brilha cada dia, trazendo consigo a beleza de uma noite estrelada, humanos vivem e morrem, como um grande processo, e de repente, você percebe que o que se leva dessa vida é só um pouco de tudo o que aprendemos. E a cada caminho, nossa sabedoria aumenta ao encontrarmos aquele ser com o espírito tão jovial, e com sonhos de criança; o idoso.
É lastimável olhar para um Universo que cria a imagem do idoso ao contrário da sua. Vive-se querendo aprender crescer. O mundo aplaude o intelectual, mas silencia perante aqueles que os ensinou com tanta experiência e jovialidade. O verdadeiro conhecimento é deles, e não nosso. Eles podem ter em mãos a resposta que um grande especialista precisa. Enquanto nós ainda engatinhamos, eles riem do que já viveram e contemplam na mais pura humildade a sua enorme inteligência.
Necessita-se de ação, respeito para com aqueles que têm tanto a acrecentar e ainda a viver. A discriminação é o começo da ignorância implantada em uma sociedade que se diz moderna. Mas enquanto pessoas mastigam esse preconceito, essa cegueira; sabedorias e dignidades morrem no leito de um asilo.
Precisam-se de pessoas capazer de ver além, de instituições que literalmente salvem a bela terceira idade, que com o digno tempo está crescendo, porém sendo expulsa de seus próprios lares, famílias, e até mesmo de suas próprias vidas.


Por mim - Proposta de redação do ENEM 2009 -A valorização do idoso (cancelado)

♪ Quem deixa seu pai por mim, sua mãe por mim,
Me encontrará, me encontrará.♪

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Prontos ou não?

Enquanto o sol forte irradiava as 13:55 min. de uma sexta-feira, um Brasil coberto de cinco cores olímpicas, uma população vestida por roupas diferentes pulava junto aos gritos de orgulhos escancarados que ilustravam todo o rosto, junto à corações que batiam fortes ao lerem um nome, pulava em um areia quente e talvez até aquele momento; branca. E também, de um outro lado do mundo, "aqueles" que lá puderam estar, choravam com ar de uma humildade encoberta por uma podre corrupção. E a gente percebe o quão é contraditório todo esse estado em que vivemos.
O país denominado Brasil acabara de ganhar a disputa pela sede dos jogos olímpicos, o mesmo Brasil revestido da mais triste pobreza e violência. Estimativas apontam para um gasto de não milhões, mas de aproximadamente 25,9 bilhões de reais. E então no momento coerente você pára e vê o que não queria; como pode um país onde pessoas morrem de fome todos os dias, onde crianças são expostas às mais cruéis atrocidades, que tenham pessoas honestas e boas perambulando pelas ruas sem saber quando podem vir a comer ou até mesmo a acordar, que casas sejam de pau a pique, madeira e óleo, sacos plásticos e telhas quebradas, quando as têm, e amontoadas ao pé, meio e topo de morros cercados por uma violência inadmíssivel, que existam crianças que trabalham em trânsito, ou são escravas de seus próprios corpos, meninos que pegam em armas aos oito, nove anos para comprar um pão a tarde, ou um agrado pra mãe, e homens que os usam, homens infelizes, que vêem nas armas, nas drogas um jeito certo de um lado errado de ganhar a vida, um país que tem pessoas analfabetas, famintas, sem saúde, ser sede de um evento com um porte tão grande? Com exatos 25,9 bilhões o continente africano deixaria sua situação de calamidade, e pessoas passriam a comer e serem mais saudáveis.Toda essa quantia serviria de casas para aqueles que mendigam pelas ruas, de comida para as crianças que morrem idealizando um céu com pão, ou arroz e feijão, de educação para menores, jovens, maiores e idosos, de hospitais com competência e tecnologia para salvar vidas, sejam elas ricas ou não, serviria de democracia, de vida com paz, sem tiroteios e balas perdidas. Mas não, o país tapa os olhos mais uma vez e não enxerga absolutamente nada.
Não estou abolindo idéia alguma, nem reprimindo opiniões, mas sim mostrando as minhas, e uma incompreensão por tal situação. O Brasil ganhará reconhecimento? Não há maior, e pior, reconhecimento que ser visto como um país onde pessoas ainda morrem de fome. Méritos? Quais serão esses? Uma cidade mais bonita e equipada em relação ao esporte? E pra quê, se todos os planos colocados em prática no Pan 2007 hoje estão morrendo junto ao gramado que sobe, junto ao abandono? E pra quem? Se aqueles que realmente precisam de uma vida esportiva não têm nenhum acesso por serem "inferiores"? e são? E por quê? Para sediarmos vários jogos? Mesmo sabendo que o ingresso dos mesmos custarão um salário mínimo?
O melhor agora é repensarmos onde está chegando esse país que sonha tanto, que corre tanto para um lugar chamado 'desenvolvido', mas que continua parado no tempo, na diferença social.
E então, o que nos diferencia dos outros?


Por mim


♪ "por mim sofreu a dor de um simples humano.E por amor tomou meus pecados e me fez digno de ter salvação.♪

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Pequenos e poderosos.

Costumo dizer em algumas redações, que nossas casas estão sendo dominadas por uma nova era, dominada por pequenas coisas que têm a potência de destruir...e gostamos disso, damos boas-vindas sempre quando os mesmos chegam em nossa porta, brilhantes, cintilantes, as vemos de longe, ao colocarmos nossos pequenos olhos a vigiar o caminhão das casas não sei o que, das lojas não sei de onde, e de não sei pra que...elas chegam, batem a nossa porta e ao abrirmos não querem mais sair, e nós mesmos, não permitimos que elas o faça. Pequenos e potentes aparelhos comunicativos que exterminam, matam-nos. É lamentável vermos de vez em SEMPRE, pessoas que prendem-se a isso, é lamentável ouvir os imensuráveis aplausos de frente a uma televisão, somos dominados, somos manipulados, somos telespectadores ET's, vibramos com as derrotas dos vilões (ou sejá lá qual for a denominação para estes), e exaltamo-nos com as vitórias de "bonzinhos". Ligamos, votamos, rezamos para que pessoas sejam expostas nacionalmente, e por fim, depois de não ter nada mais para nos apresentar, as mandamos literalmente e sem misericórdia ao paredão. De frente á uma televisão ficamos em êxtase, dominados, por pessoas que nem se quer nos conhecem, mas nós a conhecemos, sabemos com quem anda, pra onde, quanto tem, e outras inúmeras futilidades. Nossos canais de televisão são sempre os mesmos, ficamos horas diante de corpos, inutilidades, de pessoas que não tem absolutamente NADA para nos acrescentar, e achamos interessante (¬¬)...Uma vez manipulados, não vemos a beleza que existe além de um sofá, de uma tv, pc, somos tapados a realidade bela, mas a feia nos é mostrada a todo momento. A incrível internet, a mesma na qual agora estou, transforma-se, não por ela, mas por nós, em meios de abominações, e quem se importa? Famílias são destruidas por tais influências, que passou de uma terapia, para ser uma inútil forma de viver.
Acordemos, ou ficaremos para sempre como ursos, lesmas, deitados em um sofá fixos à coisas pequenas e infantis, fixos a uma realidade terrena, que de nada acrescenta-nos.






Por mim!

♪ "Por esse amor em meu peito que me inflama e me faz dizer sim, por essa paz infinita que eu sinto dentro de mim, por essa dor tão bendita que me une ao teu altar, a tua cruz. Por me chamar a viver ao teu lado e sempre te amar... gratidão Senhor, por teu corpo e por teu sangue, pois eles me farão ir até o fim, Jesus." ♪

sábado, 18 de abril de 2009

Uma impugnável palavra

Há momentos onde querendo ou não, temos que aprender a dizer um ‘até logo’, ‘a gente se vê’, ‘vou sentir saudades suas’, ou até mesmo ‘Adeus’...E só a própria pessoa que se submete a isso, sabe o quanto dói. Por mais que não pareça, sou movimento muitas vezes pelos sentimos e emoçoes, apego-me facilmente às pessoas as quais gosto de estar junta, agarrando-as pelo coração, e não as deixando longe de mim. E quando deve haver as frases acima, não sabe o quão sofro e sinto falta...é como se uma parte de mim estivesse indo embora, despedindo-se de meu ser. Mas eu sei, que em algum momento isso vai acontecer, assim como os filhos em um momento deverão deixar seus pais, os amigos viajarão, irão para outras escolas, outros lugares, conhecerão pessoas novas, seus familiares você querendo ou não (geralmente não), irão morrer, pois ninguém viverá eternamente pra não deixa-lo entristecer. Ou seja, a gente nasce, cria um amor demasiado pelos nossos pais, irmãos e amigos, e então, eles nos deixam, ou nós os deixamos... Os protegemos, para que nada os tire de nós, fazemos coisas inadmissíveis pelo nosso próprio egoísmo...uma doença, um egoísmo de ter Ela ou Ele ao nosso lado...! Nós transformamo-nos em leoas defendendo seus filhotes, por que quem amamos são os nossos únicos motivos de sobrevivermos a esse mundo...mas e se eles forem embora? E se tivermos que ir embora? Como sobreviveríamos depois de fazermos tudo pra estarmos ao lado deles? É isso o que acontece...e eu concordo e entendo o sofrimento de nossos pais, ao deixarmos, ao irmos morar em outro lugar, quando casamos, ou até mesmo, namoramos...eles nos protegem tanto e quando decidimos outro rumo, eles ficam sem chão. Vejo-me daqui alguns anos, ao deparar-me com minha filha dizendo que irá morar em outro lugar, e deixar-me. Vejo-me hoje, ao olhar aos meus amigos e vê-los uns tão longe, dizendo que nos encontraremos lá na frente, fato que não acontecerá. Deparo-me com aqueles que hoje eu tenho em meus braços, mas que sei que chegará um momento que eles irão embora e de repente, nunca mais voltarão para ver o quão mudei, ou quem sou agora. Amigos esses, que mudarão de país, de vida, e infelizmente, de amigos. Os mesmos aos quais, assistimos chorar, chorando junto a eles, brincamos, estudamos, compartilhamos ‘fofocas’, brigamos, dançamos, fizemos momentos que ficarão para sempre. O que eu preciso falar, é que na verdade, eu sei que não posso apegar-me tanto, pois sei que no final, a pessoa não é minha, e não ficará para sempre comigo. Eu sei que posso perdê-los para um céu imenso, e tenho medo disso...eu sei que posso perdê-los para o Tempo, para uma vida, e também amedronto-me diante disso. Mas eles vão, eles deixam-nos, e reconstrói, e eu fico aqui, ou ali, pensando em como seria o meu anoitecer ao lado de meus pais, ou meu amanhecer ao lado dos meus amigos...pensando que um dia a mais com eles, seria incrivelmente e incalculavelmente inesquecível.


Por mim *--*

sábado, 11 de abril de 2009

Nosso Esposo

Hoje é sábado de aleluia, o dia mais esperado pelos católicos, o dia mais exaltado, o centro, o núcleo, de uma fé cristã. Hoje é dia de tirarmos de nosso peito a tristeza de ontem, o sofrimento de ontem.
Em toda essa semana que iníciou-se no domingo de Ramos, estou vivendo momentos grandiosos. Afirmo com uma certeza vinda do Alto, que nunca passara em minha existência, semana-santa mais bela e emocionante como a que estou passando. A alegria de receber de volta o Salvador no meio do povo, em um burrinho, e sendo aplaudido e esperado por todos, fez reviver em mim, um amor. Na quinta-feira, porém, o mundo pára, Ele senta-se ao chão, e lava os pés de discípulos, mas homens pecadores. O filho de Deus purifica-os com o seu imenso amor. E nós; entramos em silêncio...o sangue vindo do suor Dele em sua dor, do horto, nos faz parar. Nosso coração chora. As luzes apagam-se, tudo acaba. Tiraram-nos o nosso belo Esposo, o Esposo foi retirado, foi morto. A nação silência. A sexta-feira chega, o dia onde percebemos que é diferente, que não é uma sexta qualquer, mas o dia onde o Filho de Deus morre puro, sem pecados, que vai até a cruz, levando consigo, não os nossos corações apenas, mas os nossos pecados. É brutalmente violentado em frente a uma população que gritava e aclamava a morte do Salvador, as mesmas pessoas que O aplaudiam no Domingo de Ramos. E o Rei, o Homem que ponderou milagres, que só fez o bem, é elevado e julgado como um ladrão, mas não sabiam os "doutores" que Ele não tinha um pecado em sua alma e em seu coração. Seu rosto é transfigurado, Ele tem sede, Ele tem parada respiratória, fica desidratado,tem câimbras em todos os músculos...as mais doloridas câimbras humandas...E mesmo assim,nos deixa suas sete palavras finais, as mesmas que nos trazem a certeza que fomos perdoados, e que Ele nos ama. Queria poder ser o ladrão que Ele levou no mesmo dia para o paraíso, queria poder contemplar a face de um Homem justo, que morria INJUSTAMENTE. Queria poder estar ao lado Dele, e tirá-Lo dali. Foi o que eu senti ontem a tarde...uma dor sem tamanho, um coração negro, dominado por um luto causado pela humanidade. Eu sentia-O no sepulcro. As luzes do meu ser, apagaram-se, e apenas as lágrimas falaram por mim. Eu não tinha mais o que falar, pra onde correr, nem como gritar...eu não podia gritar, pois Cristo em momento algum gritou... Eu tinha que seguir com minha cruz, levando-a, com os meus membros chorando de dor, de desalento, de desespero, pois haviam tirado-O de mim...o meu ser neste momento; morrera com Ele, até o beijo da cruz.
Mas ao pôr do so, deste sábado brilhante e belo, o Homem revive, e as luzes são acesas...a Igreja entra em uma felicidade sem tamanho, pois o Mestre voltou a nós...é páscoa. E eu, em êxtase, posso falar; Foram os melhores momentos de minha vida...sim, momentos de dor, e momentos de uma esperança, de uma segurança, de uma vida NOVA, que reviveu, ressurgiu.



Feliz páscoa à todos.
Por mim ♥

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sempre fenômeno

Deixando de lado o[s] meu[s] time[s] de coração, tenho que dizer o quanto pude sentir felicidade no gol do Ronaldo ontem a tarde, pelo campeonato paulista, onde o Corinthians empatou no último minuto o jogo contra o Palmeiras...Um grande clássico do estado, merecia com certeza e ao menos, passes elegantíssimos do Fennômeno!, mas ele nos trouxe mais do que isso, ele,depois de 2, 3 passos a gol de gigantes, colocou de cabeça, a bola na rede, e fez um gol pra flamenguistas, ou palmeirenses não colocarem defeitos. E com um potêncial súbto, com uma força de herói e otimismo, ele entrou no segundo tempo, com motivação,garra, e com sede de gol. Deu chutes importantíssimos, e ao final, onde a esperança do 1 à 1 já havia "quase" morrido, Ronaldo usa a cabeça literalmente. E aquele moço-menino, aquela velha pessoa criticada mundialmente, se torna o herói da partida. Com uma alegria de criança, depois de 1 ano e 2 meses definitivamente sem gol's, sem exemplos, sem palmas, ele corre, com orgulho de si próprio, e vai para o leito do amor de sua torcida. E torna de um simples alambrado do Estádio Prudentão um ponto turístico.E aqueles amantes do grande Corinthians,a verdadeira Fiel, e que acreditam sim no Fenômeno, vão ao encontro dele, e numa sintônia incrível, cedem a pequena-forte rede. Desculpas aceitas, claro que sim, afinal foi o Ronaldo...e mesmo que tivesse machucado todos aqueles torcedores, nada impediria-os de botar pra fora o que tanto esperavam, e de levantar pueira, gramado, estádio, terra, e até mesmo, o Ronaldo. Pobre daquele juíz, que incompulsivamente o deu um cartão amarelo!

Mas aquele homem tantas vezes exautado, aquela pessoa por quem tantos brasileiros gritaram seu nome, o chamaram de adjetivos excelentes, e o aclamavam. O mesmo que sofreu por pré-conceitos, por mentiras, e pelo que nós achávamos ou deixávamos de achar. O Cara que por às vezes tornar a decidir uma vida um pouco mais normal, e saí para um lugar onde de repente, ele se divirta mais ainda...uma pessoa que errou em casos, claro; mas quem não erra? Ele não é o santo, e nem era pra ser, ele não é o exemplo pra ninguém, nós devemos ser os nossos próprios exemplos...E pq não errar? às vezes é bom! Mas ninguém perdoa, não a Ele...que desculpem-me os meus futuros-queridos amigos jornalistas, mas pq não dá-lo mais espaço, façando-o viver os seus passos, e não vivermos por ele?
Ele mostrou quem é, o que pode fazer, e eu confio nele. Espero que o mesmo possa ainda crescer muito, ensinar e aprender muito, e que ele possa continuar sendo o Ronaldo Fenômeno, o craque, o merecedor de todos os títulos, e o menino amado e respeitado pelo mundo todo.

Aos corinthianos, (inclusive a um amigo), meus sinceros parabéns!



Por mim...!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Irei apresentar na próxima semana um trabalho que deve mostrar as opiniões, as críticas, e que seja tema de muitos debates, o tema escolhido, pois, foi o aborto. Nada melhor ( ou pior), pra falar, do que esse assunto que vem gerando cada vez mais comentários. Pois então; fui procurar algo mais aprofundado sobre o tema, e encontrei algumas palavras em um blog de um ser (talvez), que chamaram minha atenção.Palavras que doiam, pensamentos e opiniões, que numa situação dessas, infelizmente é difícil de aceitar. Um ser, que não considera tal atrocidade como crime.
Aborto é crime, não tem como discordar! Muitos dizem que o feto não é vida,então o que é, caros leitores? Um animal, ou um pé de alface? Não é; por que não sabe efetuar contar, ou, pois não faz ainda algo de importante? Dentro da mãe está uma vida, fato. E ele vai crescendo, e vai se tornando cada vez mais pessoa, com o amor daqueles que o rodeia. Vivemos em uma população que ainda grita pela proteção pelos mais fracos e desprotegidos, então; há algo de errado em proteger aqueles que não podem gritar por socorro, pedir ajuda, e dar opinião? Não, Sinceramente não há!Acredito que a solução dos problemas de um ser, não pode resultar a morte de outro. Esse é o erro, que agrava a violência a cada década. O medo do que pode vir a acontecer com a mãe, gera o aborto, mas elas esquecem que matar o próprio filho gerará outros problemas, tais como; traumas físicos e psicológicos. Um bebê não é um apêndice, por isso, a mulher não tem o direito de dispor do corpo do outro para usar o seu da maneira que quiser.
Tantas mortes, tantos assassinatos de pessoas inocentes no dia-a-dia, e chamam de crimes, mas o nome próprio pra tal acontecimento é aborto. Estão matando quem não tem culpa de nada.




" O aborto é o pior inimigo da paz!"


Por mim...não só ao dona daquelas [péssimas] palavras, mas á todos.!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Hoje, passado quase exato [se não me falha a memória] 1 ano, eu sabia e sentia que deveria escrever. Não como desabafo, ou apenas vontade, talvez também, mas por lembranças, por sentimentos congelados. Há momentos em nossa vida, que encontramos pessoas novas, amigos novos, amores novos, independente de onde, de como e quando, e principalmente; de quem, e quando percebemos que pode ser sincero, a gente cai de cabeça, sem se preocupar se nos machucaremos, nos deixando molhar e arriscando a quebrar a cara se for preciso. Quando há uma descoberta que mexe com sentimentos, que nos alerta, que nos faz entender coisas incompreensíveis, a gente percebe que de repente; pode valer a pena. E depois de um tempo, um amor, pra você; bonito, sincero e, verdadeiro, acaba se hospedando dentro de si, sem ao menos convite prévio.
Eu havia o conhecido tão indiretamente, tão estranhamente. Éramos cheios de problemas, e opiniões alheias, muitas vezes cheias de razão.Éramos compostos de sonhos, vontades, desejos, curiosidades, PALAVRAS, e eu acho que amor. Existiam ciúmes, broncas, conselhos, preocupações. Existia um futuro apenas de alegria, sem requerimentos, sem preocupações, um futuro que estava antes, tão perto e tão longe.
E essa "alegria" de criança, esse grande-pequeno amor, esse sigilo, de uma manhã pra outra, termina. Não dá para julgar ninguém, não dá para culpar um alguém, não há como queixar-se. Mas tudo aquilo, simplesmente; acaba. Sonhos em vão, sentimenso misturados e congelados, a falta do perdão, e da compreensão. "Amor" perdido, por algumas palavras fúteis, mentirosas e egoístas. E então, você sente a dor do "cair de de cabeça", do ajogar-se, e mais uma vez você quebra a cara.
É por esse motivo, que um ano depois do "FIM", eu volto a escrever e a obrigar-me lembrar sobre isso, eu volto à tona e SEM MEDO, olho pra trás. Por que depois disso tudo, eu aprendi que não da pra correr daquela história que te deixou tão presa. Seria inútil falar que não aprendi com isso, muito pelo contrário. Ele me ensinou a deixar a criança Thaís pra um outro lado, o "acreditar em todo mundo" ser perciptível e acabar. Ele me ajudou a acreditar e confiar apenas em mim mesma. E eu percebi, que sem, eu posso e serei mais feliz. Agora, depois da cara quebrada, coração raxado, e confiança desintegrada de mim, eu me torno mais mulher, com uma maturidade desejável, e eu gosto disso. Olho pra trás, e não vejo mais mágoas, perdas de tempo, arrependimento, pena, solidão, mais sim, uma situação precisa, pra eu desabrochar. De repente, foi sim amor, não mentirei pra mim, mas de repente foi um de quantos ainda virão e me tornarão mais felizes do que já fui, e do que sou. Por isso, preciso agradecer, não de forma irônica, ou com outros sentidos, mas de coração, pelos não só 8 meses, mas também por depois, ter me feito amar-me à cima de tudo, a compreender, e perdoar.
E como eu sempre digo; a saber que o para sempre, um dia tem que acabar. =]

Pode ser que não seja a metade do que eu queria dizer, mas é sincero.
Obrigada R.B.

Hoje, com apenas; lembranças daquelas antigas lágrimas!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Quando nós não sabemos, nós sempre tentamos encontrar. Antes algumas coisas ainda faziam sentido, hoje nem sempre há. Ás vezes tudo se parece diferente, um pouco estranho, ou até muito. E com isso nossas almas padecem de repente num seguinte "vão" e aqueles que a têm, sabe o quanto dói.
É sempre assim, quando tudo tá certo, ainda temos nosso pé atrás dizendo que tudo é um pouco incerto. Se alguns tentam não acreditar que existe sim a guerra, outros já estão envolvidas com ela até o pescoço, e as mesmas, nunca sabem tanto o que é a tal esperança. Os nossos sonhos estão cercados por arames farpados, e eles doem ao sabermos que o ser HOMEM faz questão de afastá-los de nós. E quando por um determinado momento você sente aquela alegria interior, alguém sempre vem chorar ao seus pés.
O tempo como sempre, voou, e a gente nem percebeu, o espelho nos diz que envelhecemos, que o tempo passou, que tudo o que amávamos antes, cresceu; se transformou assim como nós. E agora?
E a humanidade vem se transformando no que mais temíamos. É duro perceber a realidade, mas é necessário. Hoje nós não decidimos mais em viver ou não, ELES decidem por nós. Nós não sabemos se podemos ou não sair e voltar. O mundo tá cruel, as pessoas cada vez mais desumanas, e o amor? aah, esse se esconde atrás dos olhares abstrados que não olham nos olhos, que insistem encontrar o chão. A chuva cai lá fora, o sol irradia obviamente calor, os pássaros não param de cantarolar pra ver apenas um sorriso, e você? cadê os beijos e os abraços? cadê o amor esposto para todos verem? cadê a loucura do amor, cadê a paz nos olhares e nos corações apaixonados? Isso nem sempre existe mais. Tudo, o mundo, as pessoas, nós, reviramos e viramos seres inadequados. O que tínhamos que fazer, não fazemos mais. A declaração que deveríamos dar, não damos mais. E o que sobra disso tudo? Sobram pessoas amarguradas, não amáveis, silenciosa, e a gente acaba não sabemos ouvir aquele silêncio, e não encontramos no outro o nosso alento. Isso não é bom, isso nunca será bom! Quando pararmos e percebermos que uma atmosfera de amor nos espera, e que alguém do outro lado do planeta, ou na esquina do supermercado, ou de sua casa te espera com o amor que você precisa, independente de quem seja, de qual cor, raça, e religião, veremos que vale na verdade a pena amar e ser bem melhor!


Por mim =D

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009


O tempo longe daqui


E tudo acontecendo rápido demais, quando a gente vê, já passou da hora, já não é a mesma coisa, e a pessoa que estava nos esperando até agora, desistiu; e foi procurar alguém "melhor". Quando a gente percebe e definitivamente acorda, o ano que era novo, está no meio, seus planos se cessaram por causa do mísero TEMPO. E você? e todos os sonhos, os desvaneios?, as atitudes que não existiram, mas que passaram sobre sua cabeça? Você ia abrir o jogo com aquele garoto lindo do terceiro ano, mas o tal do "amanhã eu falo" não a deixou e agora ele tá em outra. Aquele trabalho que vc pensava que não conseguiria e por isso o deixou passar. A mulher que você viu passar na rua, e percebeu que Ela sim poderia ser sua mulher.Mas o tempo passou, e os seus sonhos intermináveis, obrigatoriamente tiveram que terminar.

Tudo isso, graças a rapidez do tempo. Você pisca, e durante o acontecido, você perde de repente um grande impacto, uma grande palavra, uma grande oportunidade. Isso tudo por causa de um descuido. Acho que se parasse mais pra prestar atenção na minha volta, eu viveria mais, eu deixaria o tempo passar cuidadosamente por mim, e realmente não olharia para o "mal[ben]dito relógio". Eu saíria pra chuva, eu pediria beijos, eu não deixaria o amor escapar por minhas mãos, como dizem alguns poetas constrangidos. Se nós "acordássemos", talvez seríamos mais compreensíveis, e melhores.



Texto por mim...